Comissariado para a Infância defende benefícios fiscais para famílias de acolhimento nos Açores

Comissariado da InfânciaAs famílias de acolhimento nos Açores devem ter benefícios fiscais. Quem o defende é Isabel Rodrigues, do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), que falava ontem na apresentação do relatório de actividades daquela entidade referente ao ano de 2017.

Na ocasião, a Directora Regional da Solidariedade Social, por sua vez,  destacou os resultados obtidos “em apenas um ano” de actividade do CAI como “muito positivos” para as políticas públicas da Região dirigidas aos mais jovens.

Marta Bulhões afirmou que se trata de “um contributo fundamental para o trabalho do Governo dos Açores em matéria de infância, que permitiu não apenas ajustar as medidas já em vigor, como também garantir que as novas políticas correspondam à realidade regional, respondendo efetivamente às necessidades das crianças e jovens”. 

“Em apenas um ano, o CAI apoiou o Governo na resposta ao ensejo das comissões de protecção de crianças e jovens instaladas nos Açores, quer em termos de formação, quer em termos de acompanhamento, desenvolveu inúmeras acções de sensibilização e contribuiu para a Estratégia Regional de Combate à Pobreza e Exclusão Social”, salientou, considerando os resultados apresentados ontem como “muito positivos para a Região”.

“As crianças e jovens são uma prioridade do Governo desde o início e, nesse sentido, é importante que tenhamos uma entidade dedicada, a tempo inteiro, a melhorar as políticas públicas da Região nesta matéria”, frisou Marta Bulhões.

O Comissariado dos Açores para a Infância, criado pelo Governo Regional no final de 2016, tem como missão a defesa e a promoção dos direitos das crianças e jovens no arquipélago, sendo constituído por representantes nomeados pelo Governo dos Açores em matéria de Juventude, Emprego e Trabalho, Solidariedade Social, Educação e Saúde.